Diversidade Cultural , assim foi o Mimo Festival

por Zeca Santos e Antonio Correia;

Um festival que valoriza o patrimônio histórico, um festival que valoriza todo o tipo de arte, um festival que ensina, um festival das misturas e dos encontros inusitados. Assim foi o Mimo Festival/RJ 2017. Em igrejas, nos museus e na Marina da Glória.

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Na Igreja de Nossa Senhora do Bonsucesso, uma das mais antigas da cidade maravilhosa, erguida em 1567 e reconstruída em 1780 e restaurada em 1922. Com seus bancos de couro, estilo rococó, localizada aos pés da Ladeira da Misericórdia; centro carioca.

O duo de percussão Soukast, formado por Simone Soul & Guilherme Kastrup encontra o pianista Benjamin Taubkin. E desse encontro surgiu´´Sons de Sobrevivência´´

Para se deliciar, aplaudir, ouvir e participar dos arranjos e casamento da percussão com o piano…

Não foi exagero a chuva de aplausos a cada obra tocada…

O duo de percussão se utiliza  de elementos da tradicional música brasileira, como o jongo e as congadas…;

O público que lotara a Igreja, pedia bis….;

Já na Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, construída entre os anos 1714 – 1739 no estilo Barroco, usando muito granito e azulejos portugueses. Igreja que era preferida da família real e com um visual espetacular.

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Por problemas técnicos não conseguimos assistir o show da harpista francesa Laura Perrudin, que usa uma harpa  elétrica e cromada e mistura jazz. hip hop, soul e a música eletrônica, realmente deve ter sido o máximo. Porém chegamos a tempo de conseguir uma exclusiva para você leitor seguidor e fã. Ela nos conta que foi sua 1*vez no Brasil, que adorou o local, e percebemos que possui uma voz bem cristalina. Vale ouvir.

Mas, estávamos na hora da chuva de poesia,que foram jogadas como pétalas da torre da igreja e o público pegava lia e curtia o visual. Muito legal o sarau espontâneo.

Mas para não deixar vocês sem o som dessa artista fomos atrás para que possam ter o mesmo prazer que tivemos. Vale muito ouvir.

E as noites ferveram no palco da Marina da Glória, onde Emicida duelou com Rael e a rapeira portuguesa Capicua e ainda convidou Cebola, sua nova descoberta. E desse encontro Brasil/Portugal nasceu ´´Lingua Franca´´que já está concorrendo ao Grammy Latino, com a música ´´ELA´´ e foi tocada pela primeira vez no Brasil nesse palco do Mimo Festival.

EMICIDA, é a junção das palavras Mc com Homicida, surgiu o nome artístico de um dos maiores rappers da atualidade.

O projeto´´Língua Franca´´ celebra a língua portuguesa.

E nem a chuva do dia assustou os fãs que lotaram a Marina da Glória…;

Outro ponto alto do show a participação do mais novo rapper, Cebola, também paulista.

E na última noite do Mimo Festival/RJ subiu ao palco da Marina da Glória, ninguém menos que Criolo, que agora vive uma fase sambista, mais sem perder o toque ativista do rapper que o consagrou.

O ponto alto dese show foi a participação do mestre de 92 aninhos e ainda se fazendo de engraçado, que fora ovacionado ao entrar no palco, o mangueirense Nelson Sargento.

Criolo, que já fora o melhor de 2011, eleito pela revista´´The Rolling Stone´´ apresentou no Mimo Festival/RJ o seu cd´´Espiral de Ilusão´´.

Particularmente prefiro a versão rapper dele, o que já lhe valeu por 3 anos o Prêmio da Música Brasileira.

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Ainda pelos palcos  dessa edição carioca do Mimo Festival passaram 3MA-Rajery, Ballaké Sissko & Driss El Maloumi( Madagascar, Mali e Marrocos); Dj Montano; Konono #1(do Congo); Relógiode Dali; Manuel Cruz(de Portugal); Vieux Farka Touré( de Mali); Emir Kusturica & The No Smoking Orchestra( da Sérvia); RussoPassaPusso e Paulo Flores( de Angola).

Créditos de fotos e imagens usadas nessa matéria são para o nosso editor e fotógrafo Zeca Santos e Antonio Correia.

 

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