por Zeca Santos;
A segunda semana do XXI Rio Harp Festival foi marcada pela diversidade sonora. Tivemos harpas folclóricas mexicana e peruana, tivemos harpas clássicas americana, espanhola e brasileira, tivemos quinteto de sopros da Sinfônica Naval, tivemos Banda Sinfônica Nacional, tivemos rabeca americana, tivemos harpa céltica americana e o mais emocionante a Orquestra infantil do projeto social Meninos da Luz. E ainda tivemos um balet folclórico mexicano e uma bateria(samba) da Escola Solar da Música Podemos afirmar que tudo junto e misturado sendo esse o real espírito do Rio Harp Festival.






Começamos com um concerto folclórico mexicano com a harpa de Kevin Zabadiel que contou com a participação de membros do ballet folclórico Quetzalli. Realizado num prédio histórico datado de 1837 (189 anos) criado por Dom João, Real Gabinete Português de Leitura, situado bem no centro carioca. E olha vale muito a pena ser visitado, afinal é uma enorme biblioteca aberta a estudos. E ainda tivemos a honrosa presença do Sr.Hector, então Consul mexicano.

















Os bailarinos muito bem trajados em trajes típicos, rendas, camafeus de prata, sapatos para sapateados, acessórios de cabelo de prata, xales(tipo manta) de lã de lhamas. Já os meninos vestidos de linho branco, bem elegantes.
Seguindo pelo processo histórico, passamos de um local de 1837 do centro imperial, fomos para um casarão de 1900 onde funciona o Espaço Cultural Art SESC para o concerto da harpista clássica a espanhola Beatriz Millan. Que além de fazer seus concerto solo ainda fez participação no concerto da Banda Sinfônica Nacional.




A dama espanhola trajava uma bela casaca vermelha da estilista espanhola Carolina Herrera.



O ponto alto do concerto de Beatriz Millan, quando ela tocou um frevo. Muitos aplausos!






A Banda Sinfônica comemorou 1 ano de formação, surgiu graças ao Rio Harp Festival, afinal esse é o espírito do festival incentivar projetos e interagir-los com os ditos consagrados.
A Banda Sinfônica Nacional, que surgiu reunindo amigos músicos, e ensaia numa igreja e sobrevivem dos concertos e doações… a Sinfônica se apresentou no XXI Rio Harp Festival justamente para comemorar 1 ano de sucesso, apresentou um programa de clássicos do cinema e contou com participações muito especiais dos solistas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.






Todo concerto é sempre muito bom, mais melhora ainda mais quando podemos degustar uma Sinfônica tocando músicas populares.
E ao encerrar o concerto Banda Sinfônica Nacional homenageou a todos que durante esse ano se fizeram presentes apoiando, doando, Enfim, que fizeram a Banda acontecer. Aplausos!





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O duo americano Juan Riveras com sua harpa clássica e Danny Jordan com sua rabeca fizeram um concerto memorável no salão social da Academia Nacional de Medicina, durante um congresso clínico.



O concerto tudo a ver com o local, salão de mármore com pinturas portuguesas, uma exposição de óculos de ilustres. E um público diferenciado, médicos catedráticos de diversas clínicas.










Como falamos acima o concerto aconteceu no intervalo do Congresso de medicina, então além do concerto aconteceu um belo de um coquetel regado a procecco e comidinhas bem saborosas.



O legal de todos os concertos sejam clássicos ou folclóricos, o ponto alto é ouvir alguma música popular. E o Duo americano soube fazer isso muito bem quando tocou ´´Tarde em Itapuã“ de Toquinho. Chegou a tirar lágrimas de algumas pessoas da platéia.




O mesmo Duo americano também fez um concerto popular na comunidade do Pavão/Pavãozinho em Copacabana, zona sul carioca, mais especificamente na Escola Solar de Música. Um projeto social que funciona em conjunto com o Solar Menino da Luz e dessa união surgiu a Orquestra infantil Meninos da Luz. E nesse projeto ainda tem os jovens que formam a turma da percursão Muitos aplausos!!
A saber que um dos professores desse projeto maravilhoso é ninguém menos que um mestre de bateria premiado por duas escolas de samba pela São Clemente e pela Mocidade Unidos do Santa Marta, Mestre Calequinho, que atende pelo nome de Jeferson.







A saber que o harpista Juan Riveras para esse concerto, até mesmo por questão de logistica, usou uma harpa céltica(que é portátil, bem menor que a harpa clássica e que a folclórica).
Todas as fotos e imagens usadas nessa matéria são do fotógrafo e nosso editor Zeca Santos.





Encerrando a 2*semana do XXI Rio Harp Festival, tivemos o Quinteto de Sopros com a harpista clássica Giovana Sanches, que juntos formam o grupo de Música de Câmara da Orquestra Sinfônica dos Fuzileiros Navais/Marinha do Brasil.




O concerto aconteceu no hall do CCBB, ou rotunda como é conhecido.um prédio histórico criado por Don João.




Todos os integrantes tem a patente de Sargento do Corpo de Fuzileiro Naval da Marinha do Brasil.








A coluna agradece ao convite e credenciamento nos feito pelo idealizador e organizador Sr. Sérgio da Costa e Silva e parabenizamos a todos os participantes pelos excelentes concertos.






XXI RIO HARP FESTIVAL transforma a cidade maravilhosa, durante todo o mês de Julho, na capital mundial da HARPA..O festival reune diversos harpistas de diferentes partes do mundo e sua programação reune diferentes tradições musicais e culturais.. #tevejoaquicultura #rioharpfestival #diversidadecultural @rioharp_festival
