XVII RIO HARP FESTIVAL

por: Zeca Santos, Antônio Correa,Lucimar Adão

Julho é o mês em que a cidade maravilhosa se torna a capital mundial da Harpa. Com idealização e realização de Sérgio da Costa e Silva,com o patrocíno do Banco do Brasil se faz realizar o maior festival de Harpa do mundo.

 A harpa, é um dos instrumentos mais antigos da humanidade. Teria se originado dos arcos de caça que faziam barulho ao roçarem na corda. Ela é sempre triangular, lembrando um arco de caça. A harpa é constituída pela caixa de ressonância, coluna, pescoço, cordas e por vezes, pedais ou levers. A harpa éum instrumento de cordas e se toca dedilhando.

Harpa sinfônica…

harpa moderna, dita sinfônica, usada em orquestras, é um instrumento bastante complexo. Possui 47 cordas, sendo as 11 mais graves de metal e as demais de tripa, e conta com 7 pedais. Temos outros tipos de Harpas; as célticas de 22 de 29 ou 34 cordas: possuem levers que permitem mudar o tom da música corda por corda. Isso permite que o músico possa criar sua afinação e deixar uma corda dissonante propositalmente ; paraguaia: a distância entre a cordas é muito diferente, assim como a espessura das cordas, exigindo que o músico use uma técnica muito divergente à da harpa sinfônica; e as harpas cromadas de cordas cruzadas: de 72 a 76 cordas as maiores, são harpas completas, com cordas afinadas cromaticamente. É dotada de dois pescoços: um para as notas naturais e outro para as acidentadas.

Nossa equipe fez um balanço da primeira semana de festival que já tiveram 22 concertos distribuidos entre o CCBB(Centro Cultural Banco do Brasil), CCJF(Centro Cultural da Justiça Federal), Palácio Tiradentes, todos no centro econômico carioca e próximo a estações de metrô e vlt; Sesc Flamengo(próximo a estação de metrô Flamengo)zona sul carioca; Museu do Exército( em Copacabana, zona sul carioca) e o Museo do Ingá(em Niterói).

Tivemos concertos clássicos, como da sulafricana Kobie du Plessis, muito solícita e simpática

O experiente mexicano Baltazar Juarez, ele toca sem partituras…

A animadíissima austríaca Edith Gasteiner, que nos apresentou um programa clássico e do folclore austríaco. Foi a mais presente nos demais concertos como ouvinte, aplausos a ela que prestigiou os demais.

Os jovens irmãos colombianos Martin e Isabela Cortes, com suas harpas paraguaias e suas maracas; Um programa bem folclórico, bem diversificado.

O projeto Rio Harp se insere no Música no Museu que acontece no país todo, por isso que as aprensentações ocorrem em museus, centro de artes, bibliotecas e o melhor sempre gratúitos para que todos tenham acesso afinal cultura é arte, cultura é para todos,arte é pro povo e do povo. Como a Orquestra de Cavaquinhos de Cabo Frio(litoral Fluminense., que se apresentaram no Museu do Ingá, num trabalho magistral feito com a comunidade, do professor Maestro Budega. Diversidade cultural, diversidade sonora. É cultura.

Um concerto excepcional apresentado em 4 movimentos bem marcados. Os rítmos bem brasileiros a Bossa Nova, o Baião e o Samba. E a parte clássica com Ave Maria. Merecedores de muitos aplausos.

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E passamos a outros tipos de Harpa, as orientais, relaxantes. Como o Citar, o Santoor, o Ngoni, o Saltério Medieval,o Bnsuri. Os instrumentos consiste numa série de cordas esticadas dentro ou sobre uma caixa de ressonância.

As origens desses instrumentos vêm do Oriente Médio, mais precisamente da cultura moura. No século XVIII, foi introduzido na Europa através da Espanha ,enquanto dominada pelos árabes. O chamado alaúde renascentista tornou-se, até o século XV, o principal instrumento de cordas dedilhadas usado pelos europeus.

Foram apresentações bem transcedentais da dupla Prem Raman & Mario Moura.

Após sucessivos mantras relaxantes que nos fizeram levitar, partimos para o frenético rítmo das ruas do centro para chegar no Sesc Flamengo para assistir e entrar no verdadeiro clima da folia de New Orleans. Com apresentação do Sexteto Ecos Latinos, composto por 3 americanas, 2 brasileiros e 1 guatemalteco. O máximo, com uma apresentação externa sob uma lua crescente e um céu limpo de inverno.

Cada integrante também é compositor e teve 1 música apresentada, diversos rítmos, todos alegres e bem festivos bem a cara da cidade maravilhosa que se assemelha bem ao clima orleano.

Todas as fotos usadas nessa matéria são do fotógrafo e nosso editor Zeca Santos e as imagens de Daniel Azevedo e Antônio Correa.

O festival ainda continua até o dia 01 de Agosto, que terá uma apresentação surpresa. Lembrando que todas as apresetações são gratúitas, siga a programação, toda ela vale muito a pena.

Um comentário sobre “XVII RIO HARP FESTIVAL

  1. Rio Harpa Festival 2022, retornou agenda cultural do Rio com muita força, bom gosto, qualidade e alto nível. A cidade merece esse encantamento sonoro e artístico, momentos de paz e celebração do amor.

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